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Futebol em São Paulo terá horário decente
A iniciativa dos vereadores Antônio Goulart e Agnaldo Timóteo foi aprovada por unanimidade, em primeira votação. Em seguida, em audiência pública, representantes de vários segmentos da cidade se manifestaram favoráveis ao projeto de lei. E, em segunda votação, a Câmara Municipal da cidade de São Paulo aprovou o projeto.
A casa de leis da cidade de São Paulo ouviu o clamor popular. Transformou em lei o desejo da imensa maioria da população da cidade, como registraram, insistentemente, os microfones da Rádio Jovem Pan. Ganhou o futebol, ganhou o torcedor, ganhou a família, é a vitória do bom senso. Jogos mais cedo, certamente, levarão mais público aos estádios.
Mulheres, jovens, crianças, serão atraídos por um horário mais seguro. Um novo público estará nos estádios. O público quer jogos mais cedo, isso é fato. A Câmara Municipal da cidade de São paulo foi sensível ao forte apelo popular. Tudo sempre foi claro. Especialistas em segurança dizem que, quanto mais tarde, maior o perigo. Mais tarde, menos paz.
As dificuldades de quem usa o transporte público, muitas linhas de ônibus param à meia-noite. A preservação de um maior descanso do trabalhador, a preservação ao patrimônio público e privado. Falta apenas a sanção do prefeito Gilberto Kassab. A lei aprovada pela Câmara Municipal da cidade de São Paulo já está nas mãos do prefeito.
Só depende do prefeito, de ninguém mais. Os vereadores resistiram a muitas pressões, defenderam bravamente a população da cidade. O prefeito Gilberto Kassab certamente fará o mesmo. Jogos na cidade de São Paulo não poderão terminar depois das 23h15. A torcida, de todas as cores, espera um gol de placa do prefeito Kassab.
"Organizadas": bandidos tentam fugir das câmeras
A Polícia tem em mãos alguns dados interessantes sobre a ação das Torcidas Organizadas.
Todos os conflitos são combinados com antecedência por meio de sites de relacionamento que funcionam como o principal instrumento para agendar os combates. Pela Internet, eles mostram, depois das brigas, os "trofeus" conquistados: bandeiras adversárias rasgadas, queimadas e pisadas, fotos de torcedores rivais sangrando ou estirados no chão, além de frases assustadoras como "crueldade impõe respeito". Enfim, é um festival virtual de terror.
A polícia ainda sabe mais: os confrontos ocorrem em vários pontos, seja a dois, seis, dez, quinze ou sessenta quilômetros de distância dos estádios, em pontos pré-agendados. E mais: estão adotando locais públicos, abertos, onde a instalação de câmeras de segurança é menos provável. Fato é que os líderes de organizadas não querem deixar provas, afinal os bandidos querem bater impunemente e o objetivo é "arrebentar" sem registros.
Alguns dirigentes dizem que os atos criminosos acontecem fora das praças esportivas e chegam a bater no peito por isso, fazendo questão de esquecer que nenhum torcedor mora em um estádio. Ao chegar ou sair de casa, o risco é grande, a qualquer hora. Ah! Seis confrontos em um clássico foram registrados. O primeiro? As nove da manhã!
WANDERLEY NOGUEIRA
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- O jogador Kaká em jogo do Brasil na final contra Bélgica em 2008 às vésperas de receber seu contrato para sair do brasil
http://enfiadasdebola.blogspot.com/2008/07



